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"...há anos, me dei conta que o que você faz com a sua vida é somente metade da equação. A outra metade, a metade mais importante na verdade, é com quem está quando está fazendo isso."

05/03/2010

Mandar Versus Pensar

Uma empresa entendeu que estava na hora de mudar o estilo de gestão e contratou um novo gerente geral. Este veio determinado a agitar as bases e tornar a empresa mais produtiva.

No primeiro dia, acompanhado dos principais assessores, fez uma inspeção à toda empresa.

No armazém todos estavam trabalhando, mas um rapaz novo estava encostado na parede com as mãos no bolso.

Vendo uma boa oportunidade de demonstrar a sua nova filosofia de trabalho, o novo gerente perguntou ao rapaz:

- Quanto é que você ganha por mês?

- Trezentos reais, porquê? - respondeu o rapaz sem saber do que se tratava.

O administrador tirou os R$ 300,00 do bolso e os deu ao rapaz, dizendo: - Aqui está o seu salário deste mês. Agora desapareça e não volte aqui nunca mais!

O rapaz guardou o dinheiro e saiu conforme as ordens recebidas. O gerente então, enchendo o peito, pergunta ao grupo de operários:

- Algum de vocês sabe o que este tipo fazia aqui?

- Sim Senhor - responderam atônitos os operários.

- Veio entregar uma pizza e estava aguardando o troco.

"Tem pessoas que desejam tanto mandar, que se esquecem de pensar"

Prepare Três Envelopes

O sujeito acaba de assumir o comando de uma importante multinacional e, no dia de sua posse, recebe três envelopes do seu antecessor:

- Abra cada um deles, toda vez que se deparar com um problema difícil - aconselha o ex-presidente. As coisas parecem que iam caminhando bem até que alguns meses depois a empresa começa a dar prejuízo.

Ele abre o primeiro envelope: "Culpe o seu antecessor"! Ele reúne-se com os acionistas, mostra gráficos e consegue provar que a culpa era do seu antecessor. Animados com o discurso, os acionistas voltam a investir e logo a empresa se recupera.

Mais alguns meses se passam, o lucro desaparece, ele abre o segundo envelope: "Corte custos". Imediatamente ele reúne a diretoria e exige cortes drásticos em todas as áreas.

No mês seguinte os resultados já começam a ser satisfatório novamente. Passa-se mais um ano e novamente a empresa volta a dar prejuízo. Ele abre o terceiro envelope: "Prepare três envelopes"!

Para Descontrair

"Mãe, não consigo decidir se me caso com o contador
ou com o militar", disse a jovem.
"Não há o que pensar, minha filha", respondeu a mãe.
"Case-se com o militar, é claro. Esse pessoal sabe cozinhar,
fazer a cama e obedecer a ordens!"

####
O marido, chateado:
- "Querida, por que você está usando a aliança no dedo errado?"
A mulher, chateada:
- Porque me casei com o homem errado.

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Um casal vinha por uma estrada do interior, sem dizer uma palavra. Uma discussão anterior havia levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma fazenda em que havia mulas e porcos, o marido perguntou, sarcástico: Parentes seus? Sim, respondeu ela. Cunhados e sogra.

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O marido comenta com a mulher:
- Querida, hoje aquele relógio enorme caiu da parede da sala
e por pouco não bateu em cheio na minha cabeça...
- Maldito relógio! Sempre atrasado! comenta o marido.

#####
Duas mulheres se encontram no shopping.
No meio da conversa, uma delas diz:
- O Alfredo e eu só brigamos. Estou tão estressada que perdi uns dez quilos.
- Então por que você não se separa? - pergunta a outra.
A primeira responde: - Ainda não. Preciso perder uns sete quilos a mais.

Não Sei

Não sei...
Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
Enquanto durar.

Tenho Tanto Sentimento


Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.

Fernando Pessoa

03/03/2010

Depois da enchente

 

Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina
um anônimo escreveu isto:

Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando
sem rumo pelas ruas
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar
Eu não lembrava os idosos
Até participar dos resgates
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz
e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era
mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas,
me estenderam suas mãos solidárias
Eu tinha segurança absoluta
de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade
com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza
tenha levado embora
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida
para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio
Graças a Deus
Vamos começar de novo.

Anônimo

Felicidade é uma Caixinha

Felicidade é uma caixinha pequena que insistimos em guardar escondido para um dia usarmos. Todos os dias acordamos pertinho dessa caixa, mas com nossos sonhos mais loucos vamos guardando a caixinha nos lugares mais altos, cada vez mais longe de nossas mãos.

Algumas pessoas andam com essa caixinha nas mãos diariamente e quando encontram o primeiro obstáculo amassam a caixinha com reclamações e choro de quem nem ao menos tentou lutar. Outras pessoas carregam a caixinha da felicidade na bolsa, usam como arma, na empresa, na escola e na rua com os amigos descarrega a caixinha mostrando seu melhor sorriso, mas quando chegam em casa, na hora do convívio com sua família guardam a caixinha e fecham a cara, o mau-humor é a sua marca registrada em casa.

Existem pessoas que carregam a sua caixinha de felicidade e nem sabem que a possuem, são os verdadeiros amigos, a pessoa amada, filhos, ou o emprego que elas não se cansam de reclamar. Só percebem que possuíam a caixinha da felicidade quando a perdem, quando conseguem afastar todos de sua vida porque passaram o tempo todo correndo atrás do "ouro dos tolos".

E tem aqueles que buscam encher a sua caixinha com um monte de tranqueiras numa corrida desesperada para encontrar em algum bem material a sua paz. Essas pessoas colocam na caixinha carros de luxo, apartamentos que nunca vão utilizar por completo, casas e mais casas que nunca vão morar, bebidas caríssimas, roupas que valem 500 cestas básicas, anéis e colares que nem cabem na caixinha. Acabam indo para o "caixão" sem poder levar nada de bom, nada de eterno...

E você? Onde você guarda a sua caixinha da felicidade? Ela anda sempre com você, ou você a coloca sempre nos lugares mais distantes? felicidade para você é viver este dia ou somente quando possuir aquela casa, aquele carro, aquela pessoa, aquele filho, aquele..., aquela, isso, aquilo.

Aprenda que a felicidade é uma caixinha, e está onde você quiser levar, use-a diariamente, seja educado, evite reclamações, ouça mais as pessoas, preocupe-se um pouco com o mundo a sua volta, descubra que todos tem problemas e as vezes bem maiores que o seu, esforce-se mais, lute mais um pouco, não desista, não permita que algo ou alguém roube a sua paz.

A felicidade é uma caixinha que você pode levar para onde quiser, se eu fosse você, não a largaria por nada desse mundo. Pense nisso.

(George Bernard Shaw)

Eu te amo não diz tudo


O cara diz que te ama, então tá! Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso,
as três palavrinhas mágicas.
Mas saber-se amado é uma coisa,
sentir-se amado é outra,
uma diferença de quilômetros.
A demonstração de amor requer
mais do que beijos, sexo e palavras.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa
tem interesse real na sua vida,
que zela pela sua felicidade,
que se preocupa quando as coisas
não estão dando certo,
que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas
e que dá uma sacudida em você quando for preciso.

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas
que você contou dois anos atrás,
é vê-la tentar reconciliar você com seu pai,
é ver como ela fica triste
quando você está triste
e como sorri com delicadeza quando diz que você
está fazendo uma tempestade em copo d'água.

Sentem-se amados
aqueles que perdoam um ao outro
e que não transformam a mágoa
em munição na hora da discussão...
Sente-se amado
aquele que se sente aceito,
que se sente inteiro.
Sente-se amado
aquele que tem sua solidão respeitada,
aquele que sabe que tudo
pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado
quem se sente seguro
para ser exatamente como é,
sem inventar um personagem para a relação,
pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado
quem não ofega, mas suspira;
quem não levanta a voz, mas fala;
quem não concorda, mas escuta.

Agora, sente-se e escute:
Eu te amo não diz tudo!

"Arnaldo Jabor"

Quando o Amor Acaba

Sabe aquele relacionamento que já dura anos, mas que não tem mais a mesma magia e encanto do começo, mas que você ainda se prende a ele? Qual é a explicação para este seu comodismo? Quais as inúmeras desculpas que mascaram a ausência de companheirismo e de afinidade entre vocês?

Quando o relacionamento está em crise a vida a dois se resume a tristeza, descaso e cobrança...
COBRANÇA por incrível que pareça. Veja, vocês dois são capazes de passarem horas sentados, um ao lado do outro, sem trocarem uma palavra, mas se você ou ele der uma saidinha... logo o outro vai achar algo pra reclamar, como: "...você não liga mais pra mim", ou vai dizer que o outro não fez algo ou que fez algo que sabe que ele não gosta.

Para tirar a carteira de motorista, a pessoa tem de saber dirigir mas basta uma assinatura para obter a certidão de casamento... As "barberagens", os acidentes são quase inevitáveis e cada vez fica mais difícil conhecer alguém que esteja “pronto” para amar, assumir responsabilidades, superar dificuldades, compartilhar alegrias e tristezas. Comigo aconteceu assim...

O primeiro "amor da minha vida" foi amor a primeira vista, algo arrebatador. Não moravamos na mesma cidade e isso tornava os encontros praticamente impossíveis... eu tinha catorze anos, e meus pais não permitiam namoro com quem quer que fosse. Então, tentamos um namoro escondido, e a "história" começou, muita troca de olhares, dar as mãos, cartas...(e nada mais).

Um belo dia, houve um desencontro sem tamanho, ele achou que eu estava namorando outra pessoa, um amigo que sentou-se ao meu lado na igreja, ele levantou-se e foi embora e nunca mais nos falamos. Tive que esquecê-lo, e não foi fácil. Foram algumas noites escrevendo no meu diário as lágrimas e os porquês daqueles dias, mas passou...

Aos quinze anos conheci o segundo “amor da minha vida”. Aconteceu o primeiro beijo, e foi incrível! Passei uma semana com a sensação de estar nas nuvens... e novamente pensei ter conhecido alguem com quem teria filhos e passaria minha vida toda. Então a minha família descobriu e tudo teve que acabar. Ele viajou (só o reencontrei anos depois). A família dele gostava muito de mim e me dizia pra esperá-lo que ele ia voltar pra se casar comigo...mas no desencontramos: ele voltou e eu mudei para outro estado.

Aos dezesseis anos conheci o terceiro “amor da minha vida”. O relacionamento de um pouco mais de um ano já estava desgastado quando engravidei. Terminei o namoro e não queria mais nem olhar na cara dele... mas, alguem me convenceu que era normal a grávida enjoar da cara do marido, então me casei. Foram oito anos de muitas lágrimas e decepções. Até que não deu mais... Foi frustrante, me sentia incapaz. Agora era eu e três filhos pequenos. Era hora de recomeçar!

Aos 26 anos conheci o "quarto amor da minha vida" Minha família era contra um novo relacionamento, mas eu teimei, namorei e me casei. Passamos à morar juntos, pouco sabiamos um do outro, Tudo era novidade. Nossas diferenças parecia nos unir. Tudo era tolerado e até mesmo engraçado. Então, a rotina veio nos assombrar, e nossas diferenças se tornaram gritantes; e a decepção logo se tornou inevitável.

Aos 37 anos, depois de brigar anos com meus maiores pesadelos (mais um relacionamento falido): A-C-O-R-D-E-I. Acordei ao lado de alguem a quem não amava mais. O que fazer?!

Tive que ser a vilã, e colocar um ponto final nesta história que estava com uma carga de drama, tristeza, decepção, sentimento de fracasso e solidão.

Ao que diz a palavra final resta o ônus da culpa (que não é culpa, é coragem). Ao que ouve o veredicto cabe o ônus da derrota (que não é derrota, é desistência).

A gente diz que o amor “acabou” quando já sabe que vivo ele não estava. A esperança de ressuscitar algo nos faz protelar, disfarçar, dar "tempo ao tempo"... Ser capaz de assumir que a história de amor não teve um final feliz é uma das provas mais duras...

Nove meses depois da separação achei que podia dar uma chance pra mim e recomecei ao lado do meu "quarto amor", disposta a fazer meu possível e o impossível pra dar certo, por nós dois. Afinal, amar se aprende, não é mesmo?!

Pouco tempo depois, vi que mais uma vez tinha errado. O amor não nascia. Simplesmente foi semeado num solo rochoso e não criou raízes, murchou-se... e morreu à luz do dia. O que fazer?! Tentei, disfarcei, fantasiei, menti, me enganei... e não deu. Eu tinha que jogar limpo: a relação havia acabado.

Não é algo fácil reconhecer que o poderoso sentimento provocado pela outra pessoa acabou. Descobri que o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença, um sentimento fatal, a gota d'agua pra quem se sente preso a um casamento sem amor.

O amor não é algo automático e programável. Não adiantar pedir pra não acabar. Um dia simplesmente acaba, e sem aviso prévio, como um Tsunami interno difícil de prever, e quase impossível de evitar. E temos que nos esforçar para sentir um quarto do que sentiamos antes...

A falta de desejo é determinante na hora de saber o que verdadeiramente se sente pelo outro.

Nenhum amor acaba de uma hora para outra, mas nem sempre percebemos os sintomas, que nos avisam e gritam que algo está errado. Então, num belo dia, nosso mundo todo desaba. Quando o amor acaba, acaba o assunto, não há mais o que falar com o outro. Ou seja, se acontecem coisas novas durante o seu dia, você não sente a menor vontade de contar para o seu parceiro. É como se o outro não fizesse mais parte de sua vida. A primeira reação é de desespero, de ausência de sentido. E nada, absolutamente nada, parece aliviar esta sensação de fracasso.

Passamos a achar que o erro está em nós. Que poderíamos ter feito mais. Que não somos bons o suficiente, ou ainda, que não merecemos ser amados. Esta é a coisa mais injusta que fazemos com nós mesmos. Mas, faz parte do processo. E PASSA! ACREDITE NISSO! A decepção começa a pesar, e o vazio dentro de nós nos avisa que precisamos tomar uma atitude. Precisamos recomeçar por alguma ponta.

Erros? Não houve erros. Faltou foi sintonia. Não era para ser. Por mais amor que doássemos, não foi para a pessoa certa. Esta pessoa era muito diferente do modelo de amor, que trazíamos escrito em nossa memória. Afinal de contas, nem era tanto amor assim. Nem da nossa parte.

Que tal voltar a viver com o mesmo briho nos olhos que tinha antes? Pra começar que tal desocupar o espaço, que está sendo preenchido por alguém que não te interessa mais? Quando o amor acaba, deixamos de ser quem nos acostumamos a ser e voltamos a ser o que éramos de verdade.

F-A-L-H-A-S


Vamos falar de falhas?
Defeitos e imperfeições
Quem não tem?
Uma das coisas que fascina
na cidade de San Francisco,
é ela estar localizada
sobre a falha de San Andreas,
um desnível no terreno da região
que provoca pequenos abalos sísmicos
de vez em quando e grandes terremotos
de tempos em tempos
Você está deslumbrado caminhando pela cidade,
apreciando a arquitetura, a baía...
A ponte, e de uma hora para outra
pode perder o chão, ver tudo sair do lugar,
ficar tontinho, tontinho.
É pouco provável que vá acontecer justo
quando você estiver lá, mas existe a possibilidade,
e isso amedronta, mas ao mesmo tempo excita,
vai dizer que não?
Assim são também as pessoas interessantes: têm falhas.
Pessoas perfeitas são como Viena
uma cidade quase perfeita.
Linda, sem fraturas geológicas,
onde tudo funciona e você quase morre de tédio.
Pessoas, como cidades,
não precisam ser excessivamente bonitas.
É fundamental que tenham sinais de expressão no rosto,
um nariz com personalidade,
um vinco na testa que as caracterize.
Pessoas, como cidades,
precisam ser limpas mas não a ponto
de não possuírem máculas.
É importante suar na hora do cansaço,
ter também um cheiro próprio,
uma camiseta velha pra dormir,
um jeans quase transparente
de tanto que foi usado,
um batom que escapou
dos lábios depois de um beijo,
um rímel que borrou um pouquinho
quando você chorou.
Pessoas, como cidades, têm que funcionar,
mas não podem ser previsíveis.
De vez em quando, sem abusar muito da licença,
devem ser insensatas, ligeiramente passionais,
demonstrarem um certo desatino,
ir contra alguns prognósticos,
cometer erros de julgamento
e pedir perdão depois,
pedir perdão sempre,
para poder ter crédito
e errar outra vez.
Pessoas, como cidades,
devem dar vontade de visitar,
devem satisfazer nossa necessidade de viver
momentos sublimes, devem ser calorosas,
ser generosas e abrir suas portas,
devem nos fazer querer voltar, porém
não devem nos deixar 100% seguros, nunca...
Uma pequena dose de apreensão
e cuidado devem provocar.
Nunca devem deixar os outros esquecerem que pessoas,
assim como cidades, têm rachaduras internas,
portanto podem surpreender...
Falhas...
Agradeça as suas,
que é o que humaniza você,
e fascina os outros.

** Falhas, defeitos, imperfeição quem é que não os tem?
É só saber aceitá-los, porque ninguém é perfeito.
A imperfeição é que nos faz sentir vontade de lutar
de tentar sermos perfeitos,
de fazer sempre tudo muito certinho.
Mas estamos longe disso,
a perfeição jamais existirá.
Devemos sim é agradecer como diz o texto,
pelas nossas imperfeições
porque é através delas que estamos sempre
buscando novas coisas, novo aprendizado.**

Duas Fases

Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.

No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.

Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40.

Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça!

Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.

Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com mais competência quando, interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa, nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente.

Aos 20, a mulher tem espinhas.

Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.

Sim, aos 20 a mulher é escolhida.

Aos 40, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata. A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.

Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.

Aos 20, ela rói unhas.

Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamuroso, mais sexualmente arguto.

Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor antes de chegar o ponto de precisar exibí-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.

Se você anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila. É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.
(desconheço o autor)

02/03/2010

Receita de Jovialidade

Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.

Freqüentemente, dê preferência aos seus amigos alegres. Os de "baixo astral" puxam você para baixo.

Continue aprendendo... Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo[...]

Curta coisas simples. Ria muito e, muito e alto. Ria até perder o fôlego.

Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente.

A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo. Esteja vivo, enquanto você viver!

Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for.

Seu lar é o seu refúgio. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

Não faça viagens de remorso. Faça uma viagem, para cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.

Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades. E lembre-se sempre que: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego:
de tanto rir...
de surpresa...
de êxtase...
de felicidade...
"Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há também aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol".

Pablo Picasso

Receituário Infalível para Afastar Pessoas

- Gritar com as pessoas;
- Criticar tudo o que puder;
- Não reconhecer nunca um trabalho bem feito;
- Demonstrar em todos os momentos que sabe (ego);
- Prometer e não cumprir;
- Ser centralizador;
- Não se preocupar com as pessoas;
- Não entender os problemas dos outros:
Acredite os seus são sempre mais urgentes!
Eduardo Botelho

Você e os Outros

Quando o outro não faz...
é preguiçoso.

Quando você não faz...
está muito ocupado.

Quando o outro fala...
é intriga.

Quando você o fala...
é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto...
é 'cabeça dura'.

Quando você o faz...
está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta...
é mascarado.

Quando você passa sem cumprimentar...
é apenas distração.

Quando o outro fala sobre si mesmo...
é egocêntrico.

Quando você fala...
é porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável...
tem uma segunda intenção.

Quando você age assim...
é gentil.

Quando o outro encara os dois lados do problema...
está sendo fraco e indeciso.

Quando você o faz...
está sendo compreensivo.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem...
está se excedendo e querendo aparecer.

Quando você faz...
é iniciativa.

Quando o outro progride...
teve oportunidade.

Quando você progride...
é fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta por seus direitos...
é teimoso.

Quando você o faz...
é prova de caráter e determinação.

Quando você manda um e-mail desses...
é porque gosta dos amigos.

Quando o outro manda...
é um desocupado.

William Shakespeare

Moral da História:
Nunca julgue para não ser julgado, pois com a mesma severidade que julgas um dia serás julgado!Todos os seres humanos têm os seus defeitos e mais defeituoso é aquele que se sente perfeito em ver os erros do semelhante e com isso se sente superior sem ao menos se dar conta que também já cometeu o mesmo erro ou pior.

A arte da sobrevivência

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário: - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: -Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: - Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu, Campeão!

Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!"

Isso acontece muito dentro de uma empresa e ninguém percebe, quem é o funcionário que merece o mérito pelo sucesso. Saber viver e ser reconhecido é uma arte.

Voz Do Silêncio


Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.
Simples, rápido! E quanta força!
Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe,
o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo.
Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.
Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.

Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.

Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.

É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.

Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas,
jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.

Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"

É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.

É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.

Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.

O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.

E fala alto.

É quando ninguém bate à nossa porta,
não há e-mails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem.

Mãe é tudo igual - Tal mãe tal filha


Mãe: Alô?

Filha: Mãe. Posso deixar os meninos contigo hoje à noite?

Mãe: Vai sair?

Filha: Vou.

Mãe: Com quem?

Filha: Com um amigo.

Mãe: Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom...

Filha: Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de mim!

Mãe: É ... você me perde o marido e agora fica saindo por aí com qualquer um...

Filha: Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os meninos?

Mãe: Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não fosse teu pai!

Filha: Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não faço!

Mãe: O que você tá querendo dizer?

Filha: Nada! Só quero saber se posso deixar os meninos.

Mãe: Vai passar a noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo?

Filha: Meu EX-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido uma só noite sozinho desde a separação!

Mãe: Então você VAI dormir com o vagabundo!

Filha: Não é um vagabundo!!!

Mãe: Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos só pode ser um vagabundo, um aproveitador!

Filha: Não vou discutir, mãe. Deixo os meninos ou não?

Mãe: Coitados... com uma mãe assim...

Filha: Assim como?

Mãe: Irresponsável! Inconseqüente! Por isso teu marido te deixou!

Filha: CHEGA!!!

Mãe: Ainda por cima grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo contigo você não grita.

Filha: Agora tá preocupada com o vagabundo?

Mãe: Eu não disse que era vagabundo!? Percebi de cara!

Filha: Tchau!!

Mãe: Espera, não desliga! A que horas vai trazer os meninos?

Filha: Não vou. Não vou levar os meninos, também agora não vou mais sair!

Mãe: Não vai sair? Vai ficar em casa? E você acha o que, que o príncipe encantado vai bater na tua porta? Uma mulher na tua idade, com dois filhos, pensa que é fácil encontrar marido? Se deixar passar mais dois anos, aí sim que vai ficar sozinha a vida toda! Depois não vai dizer que não avisei! Eu acho um absurdo, na tua idade você ainda precisar que EU te empurre para sair!


Luis Fernando Veríssimo

Para se roubar um coração

"Eu quero sequestrar seu coração, fazer seu pensamento de refém e ainda pedir abraços e beijos como resgate..."

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.
Conquistar um coração de verdade dá trabalho,
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.
Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes, que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,
vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.
Uma metade de alguém que será guiada por nós
e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.
... e é assim que se rouba um coração, fácil não?
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,
a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples...
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.

Texto: Luís Fernando Veríssimo

"Se você pudesse ler dentro do meu coração, você veria o lugar onde eu lhe coloquei." Gustave Flaubert

Aprendendo desde cedo


"Tudo o que hoje preciso realmente saber sobre como viver, o que fazer, como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi lá:
01. Compartilhe tudo.

02. Jogue dentro das regras.

03. Não bata nos outros.

04. Coloque as coisas de volta onde pegou.

05. Arrume a sua bagunça.

06. Não pegue as coisas dos outros.

07. Peça desculpas quando machucar alguém.

08. Lave as mãos antes de comer e reze antes de deitar.

09. Dê descarga.

10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.

11. Respeite o outro.

12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco,
pense um pouco...
e desenhe..
e pinte...
e cante...
e dance...
e brinque...
e trabalhe um pouco todos os dias.

13. Tire uma soneca às tardes.

14. Quando sair, cuidado com os carros.

15. Dê a mão e fique junto.

16. Repare nas maravilhas da vida.

17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo ou ao seu mundo, e verá como ele é verdadeiro, claro e firme.

Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho bem macio para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.

Estas são verdades, não importa a idade. Ao sair para o mundo, é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos."

Apenas Se..