Você tem medo de quê?
De dizer não para aquela pessoa,
mesmo sabendo que o sim significa problemas no futuro?
Você tem medo de quê?
De admitir que você se enganou com uma pessoa,
que você errou na dose do sentimentalismo
e fechou os olhos para a realidade que todos vêem?
Você tem medo de quê?
Aceitar que o fim de um relacionamento já chegou há muito tempo
e você, só você insiste em manter as aparências?
Você tem medo de quê?
De falar para seus familiares e verdadeiros amigos o quanto os ama,
e por isso fica calado imaginando que todo mundo sabe disso?
Você tem medo de quê?
De perder o emprego medíocre que você tem
e por isso se submete a tirania de um local que você não se sente bem?
Você tem medo de quê?
De sair a rua e dar de cara com seus medos e fantasmas,
ou de encontrar-se com você mesmo
e por isso você aceita a "Síndrome do Pânico"?
Você tem medo de quê?
De aceitar que seu atual estado é reflexo apenas dos seus pensamentos,
dos seus atos, suas atitudes algumas vezes impensadas
e feitas de pura ansiedade?
Você tem medo de quê?
De sair da capa de vítima e encarar de frente seus sonhos,
suas necessidades e descobrir que pode realizá-los?
Você tem medo de quê?
De questionar sua religiosidade,
os conceitos que não se encaixam na sua capacidade de raciocinar
e mudar tudo para viver melhor com Deus?
Você tem medo de quê?
De aceitar que Deus ou algo Superior existe,
e que nos pede ação sempre, trabalho sempre,
boa vontade sempre, perdão sempre, amor sempre?
Não tenha medo de ser feliz, arrisque-se, aventure-se!
Caiu, levante-se.
Errou, comece de novo.
Perdoe sempre.
Esqueça o que passou, construa o hoje, viva o hoje.
Ame-se sempre!
Não tenho medo, pois ele paralisa...
E quem fica parado perde o maior espetáculo que nos é dado...
A VIDA!
Fonte: aqui
Um espaço onde procuro registrar um pouco de mim, ideologias, crença, emoções e reações...
Perfil
- Elizabeth
- "...há anos, me dei conta que o que você faz com a sua vida é somente metade da equação. A outra metade, a metade mais importante na verdade, é com quem está quando está fazendo isso."
02/03/2010
Pare
Eu estava com pressa, então eu entrei apressada em nossa sala de jantar usando minha melhor roupa, preocupada em estar pronta para a reunião daquela noite. Júlia, minha filha de quatro anos, estava ouvindo e dançando uma de suas músicas favoritas.
Eu estava com muita pressa, perto de estar atrasada. Contudo uma pequena voz dentro de mim disse: "Pare".
Então eu parei. Eu a olhei. Agarrei sua mão e comecei a dançar. Minha filha de sete anos, Catarina - Caty -, veio ao nosso encontro, e eu a agarrei também. Nós três entramos numa de dançar por toda a sala. Estávamos rindo. Estávamos dançando. Os vizinhos poderiam ver os lunáticos através das janelas? Não importa. A canção terminou e nossa dança terminou com ela. Eu dei um tapinha em seus fundilhos e mandei-as para o banho.
Subiram as escadas, suas gargalhadas ecoando pelas paredes. Eu voltei aos negócios. Eu estava inclinada, removendo alguns papéis de minha pasta, quando eu ouvi a mais nova dizer para sua irmã:
- Caty, nossa mãe não é a melhor do mundo?
Eu fiquei congelada. Como estive tão perto, por causa das pressas da vida, de perder esse momento. Meu pensamento foi aos prêmios e diplomas que cobrem as paredes de meu escritório. Nenhum prêmio, nenhuma realização poderia superar esta: "Nossa mãe não é a melhor do mundo?"
Minha criança disse isto aos quatro anos de idade: "Nossa mãe não é a melhor do mundo?" - Isto não cabe em meu currículo. Mas eu o quero em minha lápide.
(Gina Barrett Schlesinger)
As mulheres de 30
O que mais as espanta é que, de repente, elas percebem que já são balzaquianas. Mas poucas balzacas leram "A Mulher de Trinta", de Honoré de Balzac, escrito há mais de 150 anos. Olhe o que ele diz:

Se aos 20 anos você soubesse o que significa chegar aos 30,
na certa não se preocuparia tanto com a idéia de mudar de década.
Acredite: é nessa fase que a vida nos reserva
um bocado de prazeres, como estes aqui!
Essa é a idade da determinação:
sabemos o que queremos, como queremos e quando.
Ouvir um não - ou dois, ou três… - deixou de ser motivo de frustração.
Agora, conhecemos o caminho das pedras
para transformá-lo numa infinidade de sims!
Aos 30, descobrimos que nossa mãe é a pessoa em quem mais podemos confiar
- e morremos de culpa de ter brigado tanto com ela.
As visitas ao ginecologista agora são pura rotina.
E manter a TPM sob controle com pelo menos duas técnicas infalíveis
não é mais segredo.
A lista do que importa de verdade diminui.
E o melhor: nos descobrimos no topo dela!
Depois de sobreviver às espinhas, ao excesso de autocrítica
e às dietas da moda, finalmente acertamos o corte de cabelo,
o perfume, o personal trainer…
E estamos mais bonitas do que nunca.
Viva o espelho!
Para uma mulher de 30, a cama é um paraíso.
E passar a noite em claro só se for por uma boa causa.
Quando uma amiga mais jovem começa a chorar as pitangas
por causa de um relacionamento que não deu certo,
falamos com a sabedoria de uma monja tibetana:
"Esse homem não te merece" ou "Você se livrou de uma fria…"
Quer coisa melhor do que ser a dona do próprio nariz?
Inclusive para aperfeiçoá-lo com uma cirurgia plástica, se preciso.
O que não falta é tempo para trocar a administração pela biologia,
a engenharia pela educação física, o direito pela veterinária.
Com a vantagem de termos maturidade suficiente
para fazer a escolha que melhor combina com o coração
e a conta bancária.
Aos 30, a mulher está na idade-símbolo da emancipação feminina.
Mas nem pensa em queimar sutiãs,
principalmente os que levantam os seios, aumentam, aproximam…
O tempo gasto em frente ao espelho caiu drasticamente…
passou de três para duas horas.
Cá entre nós, nessa fase freqüentamos os sonhos dos homens de 20
e somos desejadas pelos de 40, 50, 60…
Se alguém elogia a cor do cabelo, respondemos com total naturalidade
que o castanho 6.2 é de nascença. E que o tonalizante só é usado
de vez em quando, para dar brilho.
Fast food já não ocupa 80% do nosso cardápio.
Agora, sabemos até preparar um ou outro prato afrodisíaco
para o namorado na maior categoria.
O seguro do carro é mais barato do que quando se tem 20.
Ninguém domina melhor todos aqueles truques para ficar
bonita instantaneamente, incluindo a chapinha, o rímel preto,
o batom cor de boca, do que uma mulher de 30.
Já tivemos tempo para comprovar que tamanho não é documento.
E aprender a analisar o documento discretamente antes de liberar o embarque.
As estrelas da tevê não são mais motivo de inveja.
Sabemos que alguns meses de academia, uma dieta equilibrada
e um bom cabeleireiro podem nos deixar com a auto-estima lá em cima
- e com jeito de quem passou por um Banho de NOVA.
Paramos de fingir que não damos bola para o que os outros pensam.
E começamos realmente a não ligar mesmo para a torcida.
O salário já deu uma esticada e podemos gastar, vez ou outra,
metade dele em roupas, sapatos, cosméticos… Sem dar satisfação a ninguém!
Entendemos todas as piadas do filme O Diário de Bridget Jones
e do seriado Sex and the City.
Viramos mulheres de respeito no trabalho, dentro de casa,
diante dos parentes e dos amigos.
E estamos na mira das empresas para assumir cargos importantes,
até mesmo de chefia.
Aos 30, temos o gostinho de viajar dirigindo o próprio carro
- comprado com o próprio dinheiro.
Os micos se tornaram momentos memoráveis,
daqueles que relembramos nos encontros com as amigas:
um acampamento na chuva, um salto de sapato quebrado,
a falta de carona para voltar pra casa às 3 horas da manhã…
Escolhemos mais do que somos escolhidas.
Seja emprego, amigos ou namorados.
Nosso fôlego resiste bem a um dia de limpeza nos armários,
ao trabalho no escritório, à malhação no fim de tarde
e à balada noturna...
Disputar roupas com a irmã virou coisa do passado.
Agora, pedimos emprestado.
Brigar com garra pelos próprios direitos se tornou um hábito.
E conseguir mais da vida também.
Não temos mais pavor de criar um filho.
Mas, se quisermos, temos ainda anos pela frente
para pensar a respeito da maternidade.
Depois de tentar transformar em príncipe uma coleção de sapos,
descobrimos que o homem certo muitas vezes está bem ao nosso lado.
E tem tudo para se transformar em um namorado dos sonhos.
Um corte de cabelo desastroso é driblado com sucesso.
E o cabeleireiro é avisado em alto e bom som
que não pretendemos voltar lá tão cedo...
Nosso radar para as cantadas furadas começa a funcionar à perfeição.
E dá para mandar embora aquele sujeito que não tinha mesmo o menor futuro.
Qualquer papel cai bem para a gente:
o de filha, o de mãe, o de casada, o de solteira, o de amiga…
Vencemos o medo de chegar a uma festa com um modelito
completamente diferente do usado pelas outras.
Agora, torcemos para não dar de cara com uma fulana com o mesmo vestido…
Temos uma década inteira para nos acostumar com a idéia
de chegar aos 40 feliz da vida!

Esse texto peguei lá do espaço da Fernanda no Blog Vida de Solteira
Adicionais: Vale a pena ler "As Mulheres de 30", por Mário Prata...

Se aos 20 anos você soubesse o que significa chegar aos 30,
na certa não se preocuparia tanto com a idéia de mudar de década.
Acredite: é nessa fase que a vida nos reserva
um bocado de prazeres, como estes aqui!
Essa é a idade da determinação:
sabemos o que queremos, como queremos e quando.
Ouvir um não - ou dois, ou três… - deixou de ser motivo de frustração.
Agora, conhecemos o caminho das pedras
para transformá-lo numa infinidade de sims!
Aos 30, descobrimos que nossa mãe é a pessoa em quem mais podemos confiar
- e morremos de culpa de ter brigado tanto com ela.
As visitas ao ginecologista agora são pura rotina.
E manter a TPM sob controle com pelo menos duas técnicas infalíveis
não é mais segredo.
A lista do que importa de verdade diminui.
E o melhor: nos descobrimos no topo dela!
Depois de sobreviver às espinhas, ao excesso de autocrítica
e às dietas da moda, finalmente acertamos o corte de cabelo,
o perfume, o personal trainer…
E estamos mais bonitas do que nunca.
Viva o espelho!
Para uma mulher de 30, a cama é um paraíso.
E passar a noite em claro só se for por uma boa causa.
Quando uma amiga mais jovem começa a chorar as pitangas
por causa de um relacionamento que não deu certo,
falamos com a sabedoria de uma monja tibetana:
"Esse homem não te merece" ou "Você se livrou de uma fria…"
Quer coisa melhor do que ser a dona do próprio nariz?
Inclusive para aperfeiçoá-lo com uma cirurgia plástica, se preciso.
O que não falta é tempo para trocar a administração pela biologia,
a engenharia pela educação física, o direito pela veterinária.
Com a vantagem de termos maturidade suficiente
para fazer a escolha que melhor combina com o coração
e a conta bancária.
Aos 30, a mulher está na idade-símbolo da emancipação feminina.
Mas nem pensa em queimar sutiãs,
principalmente os que levantam os seios, aumentam, aproximam…
O tempo gasto em frente ao espelho caiu drasticamente…
passou de três para duas horas.
Cá entre nós, nessa fase freqüentamos os sonhos dos homens de 20
e somos desejadas pelos de 40, 50, 60…
Se alguém elogia a cor do cabelo, respondemos com total naturalidade
que o castanho 6.2 é de nascença. E que o tonalizante só é usado
de vez em quando, para dar brilho.
Fast food já não ocupa 80% do nosso cardápio.
Agora, sabemos até preparar um ou outro prato afrodisíaco
para o namorado na maior categoria.
O seguro do carro é mais barato do que quando se tem 20.
Ninguém domina melhor todos aqueles truques para ficar
bonita instantaneamente, incluindo a chapinha, o rímel preto,
o batom cor de boca, do que uma mulher de 30.
Já tivemos tempo para comprovar que tamanho não é documento.
E aprender a analisar o documento discretamente antes de liberar o embarque.
As estrelas da tevê não são mais motivo de inveja.
Sabemos que alguns meses de academia, uma dieta equilibrada
e um bom cabeleireiro podem nos deixar com a auto-estima lá em cima
- e com jeito de quem passou por um Banho de NOVA.
Paramos de fingir que não damos bola para o que os outros pensam.
E começamos realmente a não ligar mesmo para a torcida.
O salário já deu uma esticada e podemos gastar, vez ou outra,
metade dele em roupas, sapatos, cosméticos… Sem dar satisfação a ninguém!
Entendemos todas as piadas do filme O Diário de Bridget Jones
e do seriado Sex and the City.
Viramos mulheres de respeito no trabalho, dentro de casa,
diante dos parentes e dos amigos.
E estamos na mira das empresas para assumir cargos importantes,
até mesmo de chefia.
Aos 30, temos o gostinho de viajar dirigindo o próprio carro
- comprado com o próprio dinheiro.
Os micos se tornaram momentos memoráveis,
daqueles que relembramos nos encontros com as amigas:
um acampamento na chuva, um salto de sapato quebrado,
a falta de carona para voltar pra casa às 3 horas da manhã…
Escolhemos mais do que somos escolhidas.
Seja emprego, amigos ou namorados.
Nosso fôlego resiste bem a um dia de limpeza nos armários,
ao trabalho no escritório, à malhação no fim de tarde
e à balada noturna...
Disputar roupas com a irmã virou coisa do passado.
Agora, pedimos emprestado.
Brigar com garra pelos próprios direitos se tornou um hábito.
E conseguir mais da vida também.
Não temos mais pavor de criar um filho.
Mas, se quisermos, temos ainda anos pela frente
para pensar a respeito da maternidade.
Depois de tentar transformar em príncipe uma coleção de sapos,
descobrimos que o homem certo muitas vezes está bem ao nosso lado.
E tem tudo para se transformar em um namorado dos sonhos.
Um corte de cabelo desastroso é driblado com sucesso.
E o cabeleireiro é avisado em alto e bom som
que não pretendemos voltar lá tão cedo...
Nosso radar para as cantadas furadas começa a funcionar à perfeição.
E dá para mandar embora aquele sujeito que não tinha mesmo o menor futuro.
Qualquer papel cai bem para a gente:
o de filha, o de mãe, o de casada, o de solteira, o de amiga…
Vencemos o medo de chegar a uma festa com um modelito
completamente diferente do usado pelas outras.
Agora, torcemos para não dar de cara com uma fulana com o mesmo vestido…
Temos uma década inteira para nos acostumar com a idéia
de chegar aos 40 feliz da vida!

Esse texto peguei lá do espaço da Fernanda no Blog Vida de Solteira
Adicionais: Vale a pena ler "As Mulheres de 30", por Mário Prata...
Recomeçar
Não importa aonde você parou...
em que momento da vida você cansou...
o que importa é que sempre é possível
e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
é renovar as esperanças na vida
e o mais importante...
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período ?
Foi aprendizado...
Chorou muito ?
Foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas ?
Foi Para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes ?
É por que fechaste a porta para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido ?
Era o início de tua melhora...
Pois é...
Agora é hora de reiniciar...
de pensar na luz...
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego ?
Uma nova profissão ?
Um corte de cabelo arrojado...
diferente... ?
Um novo curso...?
Ou aquele velho desejo de aprender a pintar...
desenhar...
dominar o computador...
ou qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio...
quanta coisa nova nesse mundão de Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho ?
Besteira...
tem tanta gente que você afastou
nesse seu período de isolamento...
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para chegar pertinho de você.
Quando nos trancamos na tristeza...
nem nós mesmos nos suportamos...
ficamos horríveis...
o mal humor vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.
Recomeçar...
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar ?
Ir alto?
Então sonhe alto...
queira o melhor do melhor...
queira coisas boas para a vida...
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos...
se pensamos pequeno...
coisas pequenas teremos...
já se desejarmos fortemente o melhor
e principalmente lutarmos pelo melhor...
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental...
Vamos lá...
joga fora tudo que te prende ao passado...
ao mundinho de coisas tristes...
fotos...
peças de roupa...
papel de bala...
ingressos de cinema, bilhetes e viagens...
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados...
jogue tudo fora...
mas principalmente...
esvazie seu coração...
fique pronto para a vida...
para um novo amor...
Lembre-se somos apaixonáveis...
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...
afinal de contas...
Nós somos o “Amor”...
"Porque sou do tamanho daquilo que vejo,
e não do tamanho da minha altura."
- Fonte
Este poema é atribuído tanto a Paulo Roberto Gaefke quanto a Carlos Drummond Andrade -
01/03/2010
Tempo de Agir
Esperamos demais para fazer o que precisa ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã.
Enquanto lamentamos que a vida é curta, agimos como se tivéssemos à nossa disposição um estoque inesgotável de tempo.
Esperamos demais para dizer as palavras de perdão que devem ser ditas, para pôr de lado os rancores que devem ser expulsos, para expressar gratidão, para dar ânimo, para oferecer consolo.
Esperamos demais para ser generosos, deixando que a demora diminua a alegria de dar espontaneamente.
Esperamos demais para ser pais dos nosso filhos pequenos, esquecendo quão curto é o tempo em que eles são pequenos, quão depressa a vida os faz crescer e ir embora.
Esperamos demais para dar carinho aos nossos pais, irmãos e amigos.
Quem sabe quão logo será tarde demais??
Esperamos demais para enunciar as preces que estão esperando para atravessar nossos lábios, para executar as tarefas que estão esperando para ser cumpridas,
para demonstrar o amor que talvez não seja mais necessário amanhã.
Esperamos demais nos bastidores, quando a vida tem um papel para desempenharmos no palco.
Deus também está esperando - esperando nós pararmos de esperar. Esperando nós começarmos a fazer agora tudo aquilo para o qual este dia e esta vida nos foram dados.
Tudo depende de mim
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer
antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo...
ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro...
ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças,
evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde...
ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais
por não terem me dado tudo o que eu queria...
ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar...
ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas da casa...
ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos...
ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei,
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende de mim.
(Charles Chaplin)
Rifa-se um coração

Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração que acha que
Tim Maia estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva
a esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste
em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo
em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que abre
sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir.
Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta.
Rifa-se um coração
Clarisse Lispector
Desejo

Desejo, primeiro, que você ame,
e que amando, também, seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E esquecendo não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
mas se for, saiba ser sem se desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
que mesmo maus e inconseqüentes,
sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos num deles
você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
desejo ainda que você tenha inimigos;
nem muitos, nem poucos,
mas na medida certa para que, algumas vezes,
você se interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
quando não restar mais nada
essa utilidade seja suficiente
para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante;
não com os que erram pouco, porque isto é fácil,
mas com os que erram muito e irremediavelmente.
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você sendo jovem
não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro, não insista em rejuvenescer.
E que sendo velho não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste;
não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom,
o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra, com o máximo de urgência,
acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos,
injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
alimente um cuco e ouça o João-de-Barro
erguer triunfante o seu canto matinal.
Porque assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
por mais minúscula que seja, e acompanhe seu crescimento.
Para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
coloque um pouco dele na sua frente e diga "Isso é meu",
só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum dos seus afetos morra,
por ele, e por você, mas que se morrer, você possa chorar
sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo, por fim, que você,
sendo um homem tenha uma boa mulher.
E que, sendo uma mulher, tenha um bom homem.
E que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte.
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer
não tenho nada mais a te desejar.
(Victor Hugo)
Trilha Sonora - Um Amor para Recordar

Nome das Músicas:
01 - Switchfoot - I Dare You To Move
02 - Mandy Moore - Cry
03 - Mandy Moore & Jonathan Foreman
04 - Toploader - Dancing In The Moonlight
05 - Switchfoot - Learning To Breathe
06 - Mandy Moore - Only Hope
07 - Mandy Moore - It's Gonna Be Love
08 - Switchfoot - You
09 - Rachael Lampa - If You Believe
10 - Cold - No One
11 - West, Gould & Fitzgerald - So What Does It All Mean
12 - New Radicals - Mother, We Just Can't Get Enough
13 - Switchfoot - Only Hope
A Vida
"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra... E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO... (Alfred Henfil )
Update
Se eu pudesse
deixar algum presente a você,
deixaria aceso o sentimento de amar a vida
dos seres humanos.
A consciência de aprender
tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros
que foram cometidos
para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher
novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse,
o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta
e a força para encontrar a saída.
GANDHI
Ter Garra
Alcançar tal coisa era impossível, eu a busquei.
Não havia mais esperança, eu a mantive...
Não restava tempo para mais nada,
mas eu lutei até a última hora;
Não queriam, mas eu insisti.
A última palavra havia sido dada, mas eu ainda falei...
Enfim, estou passando pela vida e tudo vai acontecendo,
Portas se fechando, e eu as abrindo...
E a felicidade está em mim.
Pois, se nada tenho, por tudo lutei;
E, sem me arrepender de nada...
No futuro poderei dizer: Tentei!..
E, por tudo que Deus me deu,
direi a todos: "VENCI!...".
É Preciso Coragem
Nova Roupagem
Pela Estrada da Vida

Era uma dessas bicicletas com dois assentos
e meu novo companheiro ia no banco de trás me ajudando a pedalar.
Não me lembro bem de quando foi que ele sugeriu
que mudássemos de lugar mas,
desde então, minha vida não foi mais a mesma.
Enquanto eu estava no controle, eu sabia o caminho.
Era bastante chato, mas era sempre a previsível menor distância entre dois pontos,
Mas quando ele tomou a iniciativa, ele passou por incríveis descidas, por vales,
por cima de altas montanhas e por lugares rochosos em perigosa velocidade.
Embora parecesse loucura, ele disse: - Pedale!
Eu estava preocupado e ansioso e perguntei, para onde você está me levando?
Ele riu e não respondeu, e eu comecei a aprender a confiar.
Me esqueci de minha vidinha chata e embarquei na aventura.
E quando eu dizia: - Estou com medo.
Ele apenas tocava em minha mão.
Eu conquistei amor, paz, aceitação e alegria;
presentes recebidos em nossa jornada.
E lá íamos nós. Ele disse, doe estes presentes.
São bagagem extra, peso demais.
Então eu fiz isto, dei os presentes para as pessoas que encontramos,
e acho que ao dar eu recebi. Mas nossa carga estava mais leve.
Eu não confiei à ele, logo de cara, o controle de minha vida.
Eu achava que me arruinaria;
mas ele conhece bem os segredos da bicicleta,
sabe como fazer cada curva, sabe como evitar as pedras altas,
sabe como saltar para encurtar as passagens assustadoras.
Estou aprendendo a pedalar por lugares que me eram estranhos
e estou começando a apreciar a vista e a brisa fresca em meu rosto,
sempre com meu companheiro, Jesus Cristo.
E quando eu estou certo de que não posso fazer mais,
ele apenas sorri e diz: - "PEDALE"
27/02/2010
Faxina
Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar alguns pensamentos indesejados fora,
lavar alguns tesouros
que andavam meio que enferrujados...
Então tirei do fundo das gavetas lembranças
que não uso e não quero mais!
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei,
sorrisos que nunca dei;
joguei fora a raiva
e o rancor das flores murchas
que estavam dentro de um livro que nunca li.
Olhei para os meus sorrisos futuros
e minhas alegrias pretendidas...
e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!...
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
paixões escondidas, desejos reprimidos,
palavras horríveis que nunca queria ter dito,
mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas lá também havia outras coisas... e belas!!!
Fui me encantando e me distraindo,
olhando para cada uma daquelas lembranças.
Um passarinho cantando na minha janela...
aquela lua cor de prata, o pôr do sol ...
Sentei-me no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo
os restos de um amor que me magoou.
Outras coisas que ainda me magoam,
coloquei num canto para depois ver o que farei com elas,
se as esqueço lá mesmo
ou se as envio para o lixão.
Peguei as palavras de raiva
e de dor que estavam na prateleira de cima,
pois quase não as uso,
e também joguei fora no mesmo instante!
Aí, fui naquele cantinho,
naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
o amor, a alegria, os sorrisos,
um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...
Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado,
dobrei direitinho os desejos,
coloquei perfume na esperança,
passei um paninho na prateleira das minhas metas,
deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância,
na gaveta de cima as da minha juventude e,
pendurado bem à minha frente,
coloquei a minha capacidade de amar...
e principalmente de RECOMEÇAR...
Jogar alguns pensamentos indesejados fora,
lavar alguns tesouros
que andavam meio que enferrujados...
Então tirei do fundo das gavetas lembranças
que não uso e não quero mais!
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei,
sorrisos que nunca dei;
joguei fora a raiva
e o rancor das flores murchas
que estavam dentro de um livro que nunca li.
Olhei para os meus sorrisos futuros
e minhas alegrias pretendidas...
e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!...
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
paixões escondidas, desejos reprimidos,
palavras horríveis que nunca queria ter dito,
mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas lá também havia outras coisas... e belas!!!
Fui me encantando e me distraindo,
olhando para cada uma daquelas lembranças.
Um passarinho cantando na minha janela...
aquela lua cor de prata, o pôr do sol ...
Sentei-me no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo
os restos de um amor que me magoou.
Outras coisas que ainda me magoam,
coloquei num canto para depois ver o que farei com elas,
se as esqueço lá mesmo
ou se as envio para o lixão.
Peguei as palavras de raiva
e de dor que estavam na prateleira de cima,
pois quase não as uso,
e também joguei fora no mesmo instante!
Aí, fui naquele cantinho,
naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
o amor, a alegria, os sorrisos,
um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...
Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado,
dobrei direitinho os desejos,
coloquei perfume na esperança,
passei um paninho na prateleira das minhas metas,
deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância,
na gaveta de cima as da minha juventude e,
pendurado bem à minha frente,
coloquei a minha capacidade de amar...
e principalmente de RECOMEÇAR...
Sorria Sempre
Claro que dá para sorrir sempre!
Mentiram para nós quando falaram em sofrimento!
O sofrimento pode NÃO existir.
Ele é algo que aprendemos a sentir
dentro de uma situação que contraria a nossa vontade.
A situação existe,
mas sofrer dentro dela pode ser escolha nossa.
FINANÇAS
Se o dinheiro está "curto"... Sorria!
O sorriso atrai a prosperidade.
FAMÍLIA
Se está havendo conflitos... Sorria!
O sorriso dissolve as energias pesadas.
TRABALHO
Se o progresso parece lento... Sorria!
O sorriso abre portas para novas possibilidades.
AMIGOS
Se alguns o desapontaram... Sorria!
O sorriso é um imã para novas amizades.
SAÚDE
Se não está bem... Sorria!
O sorriso fortalece as defesas do corpo.
IDADE
Se ela o preocupa... Sorria!
O sorriso emite a luz da jovialidade.
SOLIDÃO
Se ela aparecer... Sorria!
O sorriso conquista boas companhias.
AMOR
Se você está sem nenhum... Sorria!
O sorriso nos torna mais atraentes.
Há momentos na Vida em que realmente não dá para sorrir.
Nesses momentos sorria para Deus:
ELE HÁ DE RETRIBUIR O SEU SORRISO!
A elasticidade dos julgamentos
"Uma decepção pode diminuir
o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar
o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade:
As pessoas se agigantam e se
encolhem aos nossos olhos.
Nosso julgamento é feito não através
de centímetros e metros, mas de ações e reações,
de expectativas e frustrações.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos
que tornam uma pessoa grande...
... é a sua sensibilidade, sem tamanho!"
Quando abrimos os olhos de manhã
Não sabemos quanto tempo temos pela frente...
Não sabemos se chegaremos á hora do almoço, por exemplo...
Não sabemos se veremos a pessoa de quem gostamos...
Não sabemos se o projeto do nosso dia será realizado...
Não sabemos nada, infelizmente...
O perigo ronda-nos por todos os lados... E então?...
Então quando abrimos os olhos, de manhã, já é uma graça de Deus!...
O que devemos fazer?...
Viver cada minuto, cada pedaço do tempo, cada instante e cada parcela da nossa respiração como se fosse o último tempo, o último dia que nos foi concedido...
Viver esse momento com intensidade de quem ama de modo profundo, de modo apaixonado, entregando-nos totalmente...
Respirar esse momento como se fosse a última bolha de ar que nos resta...
Viver esse momento com o melhor que a vida já nos deu...
É, isso mesmo, com amor, com um imenso amor, com aquele amor que nos faz profundamente felizes, mesmo com tantos problemas à nossa volta...
Com amor, só com amor, é assim que vale a pena viver em qualquer circunstância, em qualquer momento, com qualquer dificuldade...
E é com esse espírito e com esse desejo que nós somos convidados a amanhecer e viver a grandeza do nosso dia, do nosso momento...
Então... Ame!... Entregue-se ao amor sem restrições...
Precisa-se de Loucos
Passeando de um lado para o outro encontrei este texto aqui e trouxe para o meu post de hoje.
"Precisa-se de loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura tenham habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor. Que olhem a ética, o respeito às pessoas e a responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como verdadeiros compromissos com o Universo.
Precisa-se de loucos de paixão. Não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados.
Precisa-se de loucos de coragem para aplicar a diversidade em suas fileiras de trabalho, promovendo igualdade de condições sem reservas, onde as minorias possam ter seu lugar, em um ambiente de satisfação e crescimento pessoal, independente do tamanho do negócio, segmento ou origem do capital.
Precisa-se de loucos visionários que, além da prospecção de cenários futuros, possam assegurar um novo amanhã, criando estratégias de negócios
que estejam intrinsecamente ligadas à felicidade das pessoas. Primeiro a gente é feliz, depois a gente faz sucesso, não se pode inverter esta ordem.
Precisa-se de loucos pelo desconhecido que caminhem na contramão da história, ouvindo menos o que os gurus tem a dizer sobre mobilidade de capitais, tecnologia ou eficiência gerencial e ouvindo mais seus próprios corações.
Precisa-se de loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol, francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor, do amor que transforma,
modifica e melhora. Palavras não transformam empresas e sim atitudes.
Precisa-se simplesmente de loucos de amor. De amor que transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; Amor que cada ser humano deve despertar
e desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia; Amor cheio de energia, amor do diálogo e da compreensão, amor partilhado e divino, do jeito que Deus gosta.
As organizações precisam urgentemente de loucos, capazes de implantar novos modelos de gestão, essencialmente focados no SER, sem receios de serem chamados de insanos, que saibam que a felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não somente em ouvi-las…".
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