Um espaço onde procuro registrar um pouco de mim, ideologias, crença, emoções e reações...
Perfil
- Elizabeth
- "...há anos, me dei conta que o que você faz com a sua vida é somente metade da equação. A outra metade, a metade mais importante na verdade, é com quem está quando está fazendo isso."
27/02/2010
Você é o que Semeou
Fonte: aqui
Certa vez contei uma mentira a um homem. Ele respondeu-me dizendo isto: - Todas as decisões que devo tomar serão baseadas nas suas palavras. Desde então, eu só disse a verdade.
Certa vez reclamei de um presente que recebi, porque não era o que eu queria.
Aquela que me presenteou percebeu o desapontamento em meus olhos e disse-me isto:
- Escolhi o presente mais valioso que poderia encontrar, porque achei que você deveria ter um deste.
Desde então, fico muito alegre com cada presente que recebo.
Certa vez um homem contou-me um segredo, o qual eu sussurrei baixinho no ouvido de um outro amigo.
O homem disse-me isto, depois de ouvir seu segredo repetido:
- A razão pela qual contei-lhe o segredo foi porque confiei em você, não em seu amigo.
Desde então, não confio assim tão facilmente.
Certa vez dei um presente a uma amiga e ela chorou. Me desculpei por ser um presente tão pequeno mas era o que eu tinha encontrado. E ela me respondeu: - Não há nada de errado com o presente, estou emocionada porque você lembrou-se de mim. Desde então, eu dou presentes freqüentemente.
Estava tentando apenas ser eu mesmo, passando despercebido sem chamar atenção. E me foi dito isto:
- O fato de você não se adequar faz com que você fique fora de tudo. Desde então, eu penso sobre isto. Penso... existo... penso... somos...
VOCÊ é um agente muito importante na existência, não vivemos aqui sozinhos.
Cada movimento que faz cria uma onda no oceano do outro.
Cada vez que você respira afeta todo o ar a volta de quem você está.
Cada palavra que você expressa bate no ouvido de alguém.
Aquilo que você toca é sentido por outra pessoa.
Aquilo que você faz, certamente afetará alguém.
O que não faz ou deixa de fazer, também afetará pessoas.
Nós nunca sabemos a distância realmente alcançada por algo que falamos
ou fazemos até que nos retorne...
Todas as coisas na vida formam um círculo
e estamos no meio dele, quer o vejamos ou não...
E tudo que devemos fazer é criar agradáveis ondas,
aquelas que envolvem calorosamente tudo em torno de você,
e que voltam suaves, fazendo por sua vez que você crie,
cada vez mais, ondas agradáveis.
Liberdade
"Liberdade é muito mais que
apenas o direito de ir e vir,
É o direito de dizer NÃO
quando todos querem que você diga SIM,
É dizer SIM quando a maioria
espera que diga NÃO.
É o direito a querer hoje
e descobrir que estava errada amanhã,
É querer para depois o que se tem hoje,
E não se lamentar.
Liberdade é o direito de
dar o próprio rumo ao barco,
E não apenas seguir rotas pré determinadas,
É sair delas e arriscar o perigo de colisão,
É dar a cada por do sol um sentido único,
e ser como ele, que nunca se repete,
Mesmo com densas nuvens esforça-se pra brilhar,
E colorir a tempestade.
Liberdade é poder sorrir
enquanto todos choram,
É poder chorar quando todos riem,
É xingar quando se tem vontade,
e se calar quando há necessidade,
Sem se importar com os que não entendem
o que você fala,
ou quando você se cala.
Liberdade é ser
quem se tem vontade de ser,
Sentir sem sentido.
Apaixonar-se sem noção e
Amar com razão."
Curso Especial Para Homens

Devido à complexidade e dificuldade
de assimilação dos temas,
os cursos terão um máximo de 8 participantes.
As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.
Tema 1
Como se enche as formas de gelo.
(passo a passo, com apresentação de slides)
Tema 2
O rolo de papel higiênico:
será que nasce no porta-rolos? (Mesa redonda)
Tema 3
É possivel urinar levantando a tampa e sem respingar no vaso?
(Práticas em grupo)
Tema 4
Diferenças fundamentais entre o cesto da roupa suja e o chão.
(desenhos e gráficos esclarecedores)
Tema 5
A louça do almoço:
levita sozinha até a pia? (exemplos em vídeo)
Tema 6
Perde-se a identidade se não tiver na mão o comando da TV?
Tema 7
Fazer a mala:
incompetência nata ou capacidade mental progressiva?
(iniciação lúdica)
Tema 8
Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo
em vez de remexer a casa toda aos gritos. (passo a passo)
Tema 9
Oferecer flores à namorada, esposa, mãe ou amiga não é prejudicial à saúde.
(gráficos e montagem audiovisual)
Tema 10
Os verdadeiros homens também pedem orientações a estranhos quando se perdem. (depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)
Tema 11
O homem no lugar de co-piloto:
é geneticamente possível não dar compulsivamente palpites durante as manobras de estacionamento?
Tema 12
Aprendendo a viver:
diferenças básicas entre mãe e esposa.
(aula virtual com prática presencial).
Tema 13
Como ser acompanhante em shoppings, sem protestar.
(exercícios de relaxamento e autocontrole)
Tema 14
Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários,
outras datas importantes e telefonar quando se atrasa.
Encerramento do curso e entrega de
diplomas aos sobreviventes...
Quando me amei de verdade
"Quando me amei de verdade,
compreendi que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo,
na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...
Auto-estima.
Quando me amei de verdade,
pude perceber que minha angústia,
meu sofrimento emocional, não passa de um sinal
de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...
Autenticidade.
Quando me amei de verdade,
parei de desejar que a minha vida fosse diferente
e comecei a ver que tudo o que acontece
contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de...
Amadurecimento.
Quando me amei de verdade,
comecei a perceber como é ofensivo
tentar forçar alguma situação ou alguém
apenas para realizar aquilo que desejo,
mesmo sabendo que não é o momento
ou a pessoa não está preparada,
inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é...
Respeito.
Quando me amei de verdade
comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama...
Amor-próprio.
Quando me amei de verdade,
deixei de temer o meu tempo livre
e desisti de fazer grandes planos,
abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto,
quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...
Simplicidade.
Quando me amei de verdade,
desisti de querer sempre ter razão e,
com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a...
Humildade.
Quando me amei de verdade,
desisti de ficar revivendo o passado
e de preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente,
que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade,
percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando a coloco a serviço do meu coração,
ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!"
Charles Chaplin
Quando me amei de verdade
Aprendi - Charles Chaplin
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém,
posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência,
para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim,
tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade
e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos,
depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto
e ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias,
esse pão continua tendo duas faces,
e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa
que quero ser, e devo ter paciência.
Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites
que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos
ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer
naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim,
mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio
justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar,
mas não tenho o direito de ser cruel.
Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis,
pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando,
que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros,
eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo,
o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis
pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou,
mesmo quando não quero me envolver.
Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem;
e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos,
eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre,
em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito,
mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira,
mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil,
não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito."
Charles Chaplin
Aprendi - Charles Chaplin
Desconstruções - Martha Medeiros
Quando a gente conhece uma pessoa,
construímos uma imagem dela.
Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade,
tem a ver com as nossas expectativas
e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma.
É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos.
Se esta pessoa for bem parecida
com a imagem que projetou em nós,
desfazer-se deste amor, mais tarde,
não será tão penoso.
Restará a saudade,
talvez uma pequena mágoa,
mas nada que resista por muito tempo.
No final, sobreviverão as boas lembranças.
Mas se esta pessoa "inventou" um personagem
e você caiu na arapuca,
aí, somado à dor da separação,
virá um processo mais lento e sofrido:
a de desconstrução daquela pessoa que você
achou que era real.
Desconstruindo aquele, este e tantos outros.
Milhares de pessoas estão vivendo seus dias
aparentemente numa boa,
mas por dentro estão desconstruindo ilusões,
tudo porque se apaixonaram por uma fraude,
não por alguém autêntico.
Ok, é natural que, numa aproximação,
a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos.
Ninguém vai iniciar uma história dizendo:
muito prazer, eu sou arrogante,
preguiçoso e cleptomaníaco.
Nada disso, é a hora de fazer charme.
Mas isso é no começo.
Uma vez o romance engatado,
aí as defesas são postas de lado
e a gente mostra quem realmente é,
nossas gracinhas e nossas imperfeições.
Isso se formos honestos.
Os desonestos do amor são aqueles
que fabricam idéias e atitudes,
até que um dia cansam da brincadeira,
deixam cair a máscara
e o outro fica ali, atônito.
Quem se apaixonou por um falsário,
tem que desconstruí-lo
para se desapaixonar.
É um sufoco.
Exige que você reconheça que foi
seduzido por uma fantasia,
que você é capaz de se deixar confundir,
que o seu desejo de amar
é mais forte do que sua astúcia.
Significa encarar que alguém por quem você
dedicou um sentimento nobre e verdadeiro
não chegou a existir,
tudo não passou de uma representação –
e olha, talvez até não tenha sido por mal,
pode ser que esta pessoa
nem conheça a si mesma,
por isso ela se inventa.
A gente resiste muito a aceitar
que alguém que amamos não é,
e nem nunca foi, especial.
Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando:
mesmo que venha a desamá-lo um dia,
tudo o que foi construído se manterá de pé.
Texto retirado do Gazzag Blog do Jorge.
Lá, ele colocou a seguinte frase antes do título:
"Uma homenagem às mulheres e uma aula aos homens "
O segredo do casamento
O segredo do casamento
não é a harmonia eterna.
Depois dos inevitáveis arranca-rabos,
a solução é ponderar,
se acalmar e partir de novo
com a mesma mulher.
O segredo, no fundo,
é renovar o casamento!
Isso exige alguns cuidados
e preocupações que são esquecidos
no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos,
é preciso renovar a relação.
De tempos em tempos,
é preciso voltar a namorar,
voltar a cortejar,
voltar a se vender,
seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês
não saem para dançar?
Há quanto tempo você
não tenta conquistá-la
ou conquistá-lo como se seu par
fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo
não fazem uma lua de mel,
sem os filhos...
Sem falar nos inúmeros kg
que se acrescentaram a você,
depois do casamento.
Mulher e marido que se separam
perdem 10 kg num único mês,
por que vocês não podem
conseguir o mesmo?
Faça de conta que você
está de caso novo.
Se fosse um casamento novo,
você certamente passaria
a freqüentar lugares desconhecidos,
mudaria de casa ou apartamento,
trocaria seu guarda-roupa,
o corte de cabelo.
Tudo isso pode ser feito
sem que você se separe.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta
a mesma mulher ou marido por 30 anos
com a mesma roupa, o mesmo batom,
com as mesmas piadas.
Se você se divorciasse,
certamente trocaria tudo,
que é justamente um dos prazeres
da separação.
Quem se separa se encanta
com a nova vida,
a nova casa, um novo bairro,
um novo círculo de amigos.
Não é preciso um divórcio
para ter tudo isso.
Basta mudar de lugares e interesses
e não se deixar acomodar.
Isso obviamente custa caro
e muitas uniões se esfacelam
porque o casal se recusa
a pagar esses pequenos custos.
Mas, se você se separar,
sua nova esposa vai querer
novos filhos, novos móveis,
novas roupas,
e você ainda terá
a pensão dos filhos
do casamento anterior.
Não existe essa tal
"estabilidade do casamento",
nem ela deveria ser almejada.
O mundo muda, e você também,
seu marido, sua esposa,
seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia
para salvar um casamento
não é manter uma "relação estável",
mas saber mudar junto.
Todo cônjuge precisa evoluir,
estudar, aprimorar-se,
interessar-se por coisas que jamais
teria pensando fazer
no início do casamento.
Você faz isso constantemente
no trabalho, por que não fazer
na própria família?
É o que seus filhos fazem
desde que vieram ao mundo.
Portanto, descubra o novo homem
ou a nova mulher que vive ao seu lado.
Tenho certeza de que seus filhos
os respeitarão pela decisão
de se manterem juntos
e aprenderão a importante lição
de como crescer e evoluir unidos
apesar das desavenças.
Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão:
por isso, de vez em quando,
é necessário casar-se de novo,
mas tente fazê-lo com o mesmo par.
Stephen Kanitz
26/02/2010
Sinto Saudades

Sinto saudades das pessoas que amo e que viajaram, mudaram ou que tomaram um "chá de sumiço" por algumas horas, dias, meses, anos...
Eu fiz planos, me imaginei ao seu lado, enumerei as coisas que podiamos fazer juntas, aí aconteceu algo e você "saiu de cena", me forçando a conviver com a sua ausência, a refazer meu PROJETO DE VIDA...
E olha que eu não estou falando da morte (pq pra esse tipo de saudade não existe remédio). Estou falando da distância, a distância física, que dói, fere e que pode ser calculada em Km. Aquela que se conta os dias que a pessoa se foi e que não vê a hora de estarem juntos.
Saudade é quando e-mails, telefonemas, cartas... além de não corresponder a estar juntos fazendo de tudo ou não fazendo nada, ainda intensificam a saudade.
Sinto a sua falta porque mesmo com simples palavras e pequenas atitudes você me fazia sentir especial... Tudo bem, eu sei que apesar da distância você não me abandonou. Sei também que sua mudança tornou-se quase inevitável, que com o tempo eu até passei a aceitar a mudança necessária, mas sei também que tal desprendimento está tudo "bem na superfície", porque no fundo mesmo eu sinto sua falta.
Eu quero visitar e ser visitada, porque mesmo você estando longe estará sempre em meu coração. Na verdade sou uma pessoa apaixonada, e por isso sinto tamanha saudade...
Antivírus Desativado

Estava completamente despreparada quando você apareceu
E assim me pegou de surpresa
Quando e de onde eu menos esperava você surgiu
E me trouxe um sentimento gostoso
Primeiro um bom papo
Depois um beijo arrebatador
E me fez ficar pensando em você em vários momentos do meu dia
E me pergunto o que é isso?
O que estou sentindo?
Só sei que você me pegou em um momento vulnerável
Como um vírus que entra em um computador
E aproveita que o mesmo está sem antivírus
E vai aos poucos infectando-o
Mas ao contrário de um vírus
Você está me transmitindo um sentimento bom
Ainda bem que eu estava sem meu antivírus ativado
Não se assuste
Não estou apaixonada por você... Ainda!
Só queria que você soubesse
Que estou gostando disso tudo
Dos papos
Do lugar que você está ocupando em minha mente diariamente
Dos poucos beijos
E dos muitos abraços que eu ainda quero te dar.
O Jogo Da Conquista

Eu confesso!
Eu não sei fazer "o jogo da conquista".
Pronto falei!
Não sei, não entendo
porque tenho que demonstrar um desinteresse se estou interessada,
porque tenho que recusar um convite pra sair, se estou a fim de ir,
porque tenho que não atender uma ligação se estou a fim de atender...
Não sei jogar com coisas do coração.
Se estou a fim, vou.
Se estou com saudades, ligo.
Se estou interessada, demonstro.
Acho esses joguinhos um saco,
uma perda de tempo, coisa de adolescentes.
Só eu penso assim?
Acredito que isso só faz com que você queira uma coisa,
a outra pessoa pense que você quer outra
e isso impeça de vocês serem felizes.
Existe algo mais gostoso que você olhar para uma pessoa e dizer:
eu gosto de você? É libertador demais.
O que ela vai fazer com esse sentimento?
Aí já não posso dizer.
Espero que o cultive e que faça aumentar.
Se não for assim também, o que eu posso fazer?
Mas me recuso a participar desses joguinhos.
Não combina comigo, com o que eu sou, com meus sentimentos.
E não vou deixar de ser o que sou para me moldar ao que todos são.
Não mesmo...
Olho pra você e digo mesmo:
EU GOSTO DE VOCÊ!
Paixão Correspondida

A paixão é um bicho que quando você vê, já foi picado.
Aquela pessoa que antes você nem imaginava que poderia te surpreender, de repente é a fonte dos seus pensamentos!
E é um tal de coração disparar, de borboletas no estômago, de um arrepio com um simples toque e de um encantamento sem fim.
Você já se sentiu assim? Claro! Todos já se sentiram assim...
E então a paixão pode ser alimentada ou não...
Vocês se falam, vocês se ligam, vocês se vêem, vocês saem, se divertem...
e o sentimento aumenta.
Ou então ele te esnoba, é indiferente ao seu sentimento, não se importa com você e a coisa diminui e acaba.
Não que seja assim com todo mundo, mas pelo menos comigo, é assim.
Não consigo ficar apaixonada por alguém que não liga pra mim, que não se importa comigo, com meu sentimento.
Meu interesse vai diminuindo, diminuindo, até, que... acabou.
Somos seres humanos, não somos como um cachorro que é enxotado e continua lá, balançando o rabo.
Apesar de toda paixão, não devemos deixar que uma pessoa desfaça da gente, de nossos sentimentos.
Se alguém faz isso com você, sinal de que não te merece e precisa ser eliminado da sua vida.
Não é fácil. Não estou dizendo que é. Mas com esforço você consegue tirá-lo da sua cabeça e do seu coração.
Não estou dizendo que essa é a verdade.
Essa é a minha verdade. Não precisa ser a sua.
Mas se essa paixão é correspondida, alimentada...
VIVA-A. Se apaixone, deixe-se inebriar por esse sentimento gostoso e viva suspirando por aí.
Tô tão feliz de andar por aí suspirando...
19/02/2010
Poder da Paixão

ઇઉ
Do primeiro ela gostou porque era ciumento ? para muitos, ciúme é prova de amor. Ele controlava sua vida, telefonava o dia todo e, se ela tivesse ido ao cinema, pedia para contar o filme; armava ciladas para ver se descobria alguma contradição e às vezes até parecia decepcionado por não conseguir flagrá-la em nenhuma mentira.
Ciumentos não precisam de razão para sofrer. Um dia acabou, claro, e ela partiu para o oposto. Esse tinha a cuca bem fresca e, se chegasse em casa depois dele, não havia perguntas; podia sair para jantar com uma amiga, na volta ele já estava dormindo e dormindo continuava.
Como não há mulher que suporte isso, o romance também acabou. Aí ela resolveu ficar sozinha por uns tempos: homens são muito espaçosos, criam muito caso, e com eles não se tem tempo para nada.
Quem mora só desfruta de todos os direitos, entre eles o de manter a geladeira vazia, fazer ginástica à noite e dormir cheia de cremes na cara, o que não tem preço.
Mas não demorou muito a lua-de-mel com ela mesma; achou que já era hora de arranjar um namorado novo, mas estava determinada: morar junto, nunca mais. Difícil mesmo foi combinar as regras do novo jogo: vale telefonar às 11 da noite para dar um beijinho de boa noite? Vale, claro.
Mas, se o outro não estiver em casa, dá para perguntar por onde ele andava? E, se o telefone estiver ocupado durante horas, é lícito perguntar: "Com quem você estava falando?" De preferência, não, pois perguntar já é controle, e isso não pode.
Começou a não dar certo.
Se ele dormisse na casa dela toda noite, virava casamento; mas, se dizia "Te ligo amanhã", ela se sentia rejeitada. Acabaram chegando ao impasse: ou se separavam ou iam morar juntos e ter um filho. Tiveram juízo e preferiram acabar.
Mas, pensou, não é possível passar a vida juntando e separando, juntando e separando. Como viver nesse vai-e-vem emocional? Qual a saída? Descobriu que "saída" não existe e que ninguém é feliz 24 horas por dia; que viver junto é ótimo, mas às vezes um verdadeiro inferno (e viver só também). Então, passou a se preparar para os futuros namoros (ou casamentos).
Quais as qualidades mais importantes para conseguir viver a dois sem sucumbir aos ímpetos assassinos que às vezes surgem? Começou a se perguntar se era paciente, tolerante, se tinha jogo de cintura, se era capaz de mudar
de opinião quando preciso, se gostava de crianças
(não existe homem a partir dos 25 que não venha com pelo menos duas).
Conseguiria não ter ciúmes delas nem da mãe delas?
Seria capaz de fazer das tripas coração e passar a noite de Natal com a família dele, sorrindo e sem beber uma só gota de álcool (reuniões familiares são estressantes e a combinação stress + álcool não costuma dar certo), tendo a coragem de reconhecer que queria estar numa praia do Nordeste com ele ou sem ele, talvez de preferência sem?
E chegou à conclusão de que é capaz de tudo isso, sim, e de muito mais, com uma única condição: estar apaixonada.
Danuza Leão
ઇઉ Relacionamentos

ઇઉ
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- 'Ah, terminei o namoro...'
- 'Nossa, quanto tempo?'
- 'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'
- É, não deu...?'
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa. Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate...se joga...
senão bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez,
dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você. E vice versa.
Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua,
seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte.
Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo que nao é tao bom é para descartar.
Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim...
Quem disse que ser adulto é fácil?
Arnaldo Jabor
19/12/2009
Biografia
Estou escrevendo minha história
e me vejo atolada em virgulas,
exclamações, interrogações...
Sou por vezes pensamentos ilimitados,
emoções e reações contidas.
Vivo a espera de algo que assim que surge
sinto que não mereço
ou que o tempo certo já se foi.
E a vida passa...
E os momentos acumulados pouco a pouco
como papéis esquecidos numa gaveta
perdem seu "prazo de validade".
Nada arrisco.
Vou apenas adiando alguns capítulos
por tempo indeterminado
ou até que a vida se encarregue
de decidir por mim de me ACORDAR!
Hoje me pus a refletir e decidi
ignorar as coisas mornas,
as coisas definidas como mais ou menos...
Tudo perca de tempo.
Viver tem que ser revolucionário.
O que não me faz mover um músculo,
estremecer, suar, sorrir,
lembrar, chorar, amar,
não merece fazer parte da minha biografia.
Meus sentidos despertaram
e procurei dar a continuidade
que toda biografia exige:
começo(amo os começos),
meio (aqui é que a história acontece)
e fim (antes do fim ainda existem
muitos recomeços ou viro a página
ou parto para o começo)
Então, percebo o quanto
poderia ter evitado.
E o quanto perdi...
Sou assim:
Eu me surpreendo com a vida
e me sinto fragilizada
diante da doença e da morte.
Gosto de dias de sol, pois assim
não tenho que lidar com o frio,
ventanias ou tempestades...
Gosto de café sem açúcar,
é muito mais saboroso...
Gosto do entardecer e do amanhecer...
pelo quadro lindo que se forma no céu.
Passam dias, meses e anos
e eu ainda me espanto com a falta de amor
e ainda não consegui desvendar
porque é tão difícil gostar
e se deixar gostar...
Sei o quanto é difícil recomeçar
por isso não esqueço
que a cada dia as coisas se renovam,
e tudo pode ser diferente...
Gosto de música, cinema, poesia.
Chorei lendo "Um Ano Inesquecível",
de Nicholas Sparks.
Amei assistir "A Vida é Bela,
de Roberto Benigni;
If only (Antes que termine o dia),
de Gil Junger.
Sou meio antiquada, meio moderna
quando se trata de família.
Ver que algumas fases da minha vida
escorreram 'como areia em minhas mãos',
ainda me incomoda.
Trabalho com os meus amigos
e gosto de cada um de um modo diferente,
pois cada um tem a sua identidade
o que o torna especial pra mim.
Tenho a facilidade para sonhar de olhos abertos
Gosto de fantasiar dias perfeitos,
"é bem simplesinho"
mesmo sabendo que muitos destes dias
serão sempre uma fantasia
um sonho bom, mas impossível...
aproveito as emoções que eles trazem
e que me fazem feliz por nada ou quase tudo.
Eu sou alguém que quando a noite encosta a porta
e o sol desperta a cidade ainda tenho
mais perguntas que respostas...
{Elizabeth Nogueira}
Biografia - 19/12/2009
06/11/2009
Colecionador de Dias
Temos uma compulsão para colecionar. Parece que temos dificuldade de nos desfazer daquelas coisas que fizeram, de alguma forma, parte do sentido que a vida nos teve num determinado momento. Uns têm sótãos cheios; outros, álbuns; outros, a garagem cheia de carros antigos. Vovó sempre dizia: “quem guarda tem”.
Insegurança? Avareza? Espírito empoeirado? Não sei. Depende do papel que essas coisas desempenham em nossas vidas. Elas podem nos tornar avarentos, saudosistas, retrógrados ou sábios.
O salmista nos fala de um colecionador de dias. Pede a Deus que possa relacionar-se com seus dias de tal forma que eles o façam melhor à medida que o tempo passa. Como pode ser isso?
O colecionador de dias pode ser um pródigo néscio: gasta tudo o que tem, sem priorizar importâncias e valores. Acaba trocando o importante pelo urgente. Ele nunca tem tempo para nada e sempre é surpreendido pelo relógio. E o que é pior: no final do ano, descobre que nada fez de importante.
Por outro lado, o colecionador de dias pode ser um sábio, quando conhece cada figurinha de sua coleção, bem como seu valor; quando aprende com as lições de seus dias, não precisando cair de novo no mesmo erro; quando aprende a viver cada dia como se fosse único; quando preza seus dias, mas sem avareza, sendo capaz de gastá-los também em folguedos.
O colecionador de dias é um sábio quando seu álbum não revela muitos espaços vazios ou uma capa cheia de inúteis duplicatas.
Retirado de “Devocionais Para Todas as Estações” (Editora Ultimato, 2005).
Fonte: Aqui
10/09/2009
Pátria, de Pedro Bruno
A Pátria - um dos quadros históricos mais famosos do Brasil
"A PÁTRIA" - Quadro a óleo de Pedro Bruno - Acervo do Museu da República, Rio de Janeiro; e ilustra muitos livros escolares.
A riqueza de detalhes e o fiel retrato da época contribuem para a importância da obra. A recente proclamação da República inspirava e orgulhava os cidadãos brasileiros e os levava a sonhar com um futuro glorioso para a sua nação.
A arte apresenta mães trabalhando e cuidando de seus filhos em um ambiente familiar dedicadas à confecção de uma bandeira nacional. Um bebê brinca com uma estrela ainda por ser costurada à bandeira enquanto outra criança abraça carinhosamente parte da bandeira simbolizando carinho e o futuro do país.
Já as mulheres representam as mães que exerciam o trabalho de cuidar dos filhos, da casa e ainda auxiliavam no orçamento doméstico com serviços de costura. A tela retrata uma época em que as mulheres ainda nem sonhavam em trabalhar fora.
Com talento também para a poesia, o próprio artista expressou seu objetivo ao pintar a tela. "Eu quis cantar um hino às mães do Brasil; quis prostrar-me aos pés de todas as mães desta terra, cujo leite fecundo é a seiva divina que, alimentando vidas, cria povos construindo pátrias."
Pintor internacionalmente respeitado, o seu famoso quadro, A Pátria, figura no verso da nota de duzentos mil cruzeiros do antigo dinheiro brasileiro e no cartão telefônico da série Museus emitido pela Telebrás em 1996.
Pedro Bruno - o poeta da cor, das árvores e dos pássaros
Pedro Bruno é um capitulo especial na história dos personagens ilustres da Ilha de Paquetá, pois de todos, foi o seu maior expoente. Em tempo algum, jamais alguém fez tanto bem pelo lugar quanto este eterno benfeitor.
Pedro Paulo Bruno, seu nome completo, nasceu na Ilha de Paquetá a 14 de outubro de 1888. Desde menino (com 7 anos de idade) seu brilhante espírito manifestou interesse pelas artes. Gostava de poesia, música e canto lírico, desenho e pintura, escultura, enfim, tudo que era expressão de belo do gênio humano e da Natureza.
Dotado de uma sensibilidade artística comparável a dos maiores artistas da história universal, Pedro Bruno também tinha um outro dom que o dignificava: a imensa bondade de seu coração.
Amava tanto a Ilha de Paquetá que a ela dedicou todos os dias de sua vida. Fascinavam-no a natureza exuberante do lugar, suas lendas, suas gentes, seus costumes.
Aproveitava todos os momentos para identificar a Mão de Deus quando criou esta Ilha, nos detalhes das flores, no canto dos pássaros, no som das ondas do mar, nas cores da aurora e do crepúsculo, nas matas, nas pedras que circundam a orla paquetaense.
Os pais de Pedro Bruno incentivavam o gênio artístico do filho. Naquela época havia em Paquetá um pintor de nacionalidade italiana cuja maestria na arte de óleo sobre tela o jovem Pedro muito admirava. Castagneto era seu nome.
Aproveitando a oportunidade que diariamente o Pintor comparecia ao bar de propriedade de seus pais, Pedro estabeleceu relacionamento com o Pintor e logo oferecia-se para carregar sua paleta, pincéis e cavalete até o lugar onde Castagneto iria pintar e ali ficava a apreciar a técnica da pintura do artista. Logo foi seu discípulo.
Foi com muita emoção que, certo dia, recebeu de presente de seu pai a sua primeira paleta, um jogo de tintas e pincéis e uma tela em branco. Assim, Bruno e Castagneto enchiam cantis com água fresca, levavam merenda e passavam as manhãs a pintar em algum ponto da Ilha.
Assim foi crescendo Pedro Bruno. Como se tivesse sido tocado pelas Musas, queria dar expansão a todo o potencial da genialidade que lhe ebulia na alma, manifestando habilidade para outras artes. Para ele, Paquetá era um Jardim criado por Deus e sentia em si mesmo a missão divina de conservá-lo, embelezá-lo, protegê-lo.
A questão da Preservação Ambiental era por ele tratada com muito mais profundidade do que jamais alguém o fez.
Era assunto da mais alta prioridade. Abarcava aspectos não somente no âmbito de florestas e animais, mas também de conservar, aprimorar e enaltecer o ambiente intelectual e artístico do povo paquetaense, como um legado às gerações futuras.
Casou-se com D. Maria Helena Vieira Bruno. O casal teve quatro filhos, Magda, Lia, Hélio e Fábio (este último já falecido) que de seu pai herdaram a imensa bondade do coração e o amor pela Ilha de Paquetá.
Pintor internacionalmente respeitado até o dia de hoje - um de seus famosos quadros, PÁTRIA, figura no verso da nota de duzentos mil cruzeiros do antigo dinheiro brasileiro - deixou-nos mais de 146 obras de pintura de óleo sobre tela.
Fontes:
28/08/2009
Como fumar sem ser odiado
Sim, você leu certo. Não é um post dando dicas de como parar de fumar. Porque convenhamos, a idéia de parar de fumar é fácil. “Basta” ter força de vontade. Difícil pode ser executar essa idéia, mas isso é outro papo.
Permitido fumar… mas com ressalvas!
A questão é: se você não vai parar de fumar, ao menos pare de ser odiado por isso. Sim! As pessoas lhe odeiam! Elas não dizem, mas lhe odeiam. E você, provavelmente, merece!
Se você acende um cigarro em um ambiente fechado, sem nem procurar um lugar em que incomode menos, você merece ser odiado!
Se você joga bituca de cigarro no chão, você merece ser odiado.
Se você queima alguém com a brasa do cigarro numa balada ou multidão, você merece ser odiado.
Eu te odeio!
Caro fumante, muito provavelmente tudo que você faz e acha normal é motivo pra ser odiado. Merecidamente!
Mas sim, há uma solução para você! Aliás, há duas soluções.
A primeira é óbvia: pare de fumar!
Mas eu sei que você não vai parar só porque eu estou falando, então a outra solução é seguir as regras abaixo.
Regra 1 – Fume longe de mim!
Tá, na verdade a regra 1, em termos menos egocêntricos, seria “Fume longe dos não fumantes“.
Quem não fuma odeia cheiro de cigarro. Aliás, mesmo quem fuma muitas vezes odeia o cheiro do cigarro dos outros.
Mas a questão não é só a de não gostar do cheiro.
Não podemos esquecer que o fumante passivo pode ser vítima de muitos dos malefícios do cigarro sem nem fumar.
“Mas eu sou diretor, sou fodão, uso gravata. Eu posso“.
Tá bom. Você já é odiado o suficiente por ser chefe. Se você ainda acender um cigarro, fazendo uma pose que mostre bem a sua gravata fedendo a cigarro, a rádio peão vai passar a falar (mais) mal de você.
Imagine. O povo trabalhando e você impregna o ar com seu cigarro?
Quer saber, eu já te odeio também! Aliás, o grande mal de muitos chefes é achar que o cargo lhes dá permissão para faltar com o respeito. Mas ao contrário, quanto mais atitudes positivas um chefe tiver, mais a chance de ser respeitado pelos funcionários. E quanto mais respeitado, mais obedecido. Que tal começar a mudança pelo cigarro?
Algumas empresas possuem áreas conhecidas como fumódromos.
Vá fumar lá. Se em sua empresa não existe, proponha a criação de uma área dessas. Fale dos benefícios de se fazer uma pausa no trabalho, ao mesmo tempo em que não tem que sair da empresa pra fumar. Cite o quanto você se importa com os outros. Talvez você não ganhe tantos pontos quanto ganharia se parasse de fumar. Mas vai deixar de ser tão odiado por conta disso.
Procure também fumar ao ar livre. E se estiver em um grupo, resista à vontade de fumar ali, se o grupo não for de fumantes também. Se a necessidade de ceder ao vício for mais forte que você (fracote!), fique a alguns passos de distância do grupo. E sopre sempre a fumaça pro outro lado.
Você fuma longe da gente e nós agradecemos!
Nunca, mas nunca mesmo, fume dentro de veículos, exceto se o veículo for seu.
Nesse caso você faz o que você quiser. Mas se der carona pra alguém, o ingrato vai lhe odiar! Não que caroneiro possa reclamar. Mas vai lhe odiar secretamente, naquele momento.
Você sabe que é um perfeito seguidor da regra 1 quando as pessoas no máximo suspeitam que você é fumante, mas sem nunca tê-lo visto fumar.
Regra 2 – Não jogue bituca de cigarro no chão
Essa é a mais difícil, mas não devia ser. 99,9% dos fumantes não a seguem. E ainda perguntam: “e o que você quer que eu faça, fique carregando a bituca de cigarro até achar onde jogá-la?”
A resposta é: Isso é problema seu! Sério.
Você fuma, eu como demais, fulano bebe. Ninguém tem nada com a vida de ninguém. Mas todo mundo precisa assumir as consequências e as responsabilidades de seus atos.
Jogue a bituca no lugar certo, mané!
Bituca de cigarro entope bueiros, polui praias e fica anos na natureza até ser decomposta. Imagine quantas bitucas de cigarro são jogadas na rua todos os dias. Junto com outros lixos, a bituca que você jogou ajudou a causar aquela inundação naquela rua depois daquela chuva. Sim, aquela vez que você botou a culpa exclusivamente na prefeitura da sua cidade. Ou em São Pedro.
E qual o porco que jogaria uma bituca de cigarro no chão da própria casa? Você não faz isso porque a casa é sua, certo? Mas a rua também é sua!
Bitucas podem ser recicladas, num método criado pela UnB. Então o que você tem que fazer é jogar lixo no lixo, como sempre. Sim, você provavelmente vai ter que andar com a bituca apagada na mão até achar a lixeira mais próxima. Mas é sua obrigação como cidadão fumante.
Ah, sim. Por favor, apague a bituca antes de jogar no lixo. Você não quer causar um incêndio, certo?
Se quiser mais sugestões (um pouco mais diretas que as minhas, se é que você me entende) de como fazer para fumar sem ser mal-educado, leia “É a má educação que leva ao tabagismo ou o tabagismo que causa má educação?”
Regra 3 – Cuidado com seu cigarro
Agora você é um fumante consciente, que não joga bitucas no chão e evita fumar onde for incomodar outras pessoas. Parabéns!
Mas há lugares em que é meio que ‘liberado’ o uso do cigarro. Baladas, por exemplo. Não é uma coisa muito legal, você sai pra dançar e volta fedendo. Mesmo nesses lugares seria legal se existisse um canto pro povo ir fumar. Mas enfim, se você vai fumar numa boate, cuide pra não queimar ninguém. Você pode acabar queimando também o seu filme.
Proteja o seu cigarro com a mão. Faça uma concha voltada pra você, e o cigarro no meio dessa concha. Problema resolvido. Bom, cuidado para não se queimar também, é claro. Mas ao menos desse jeito o prejudicado é você, que ao mesmo tempo é o culpado.
Regra 4 – Cuidado com os maus cheiros
Se você fuma, suas chances com uma pessoa não fumante são reduzidas drasticamente. A ideia de beijar um cinzeiro não é agradável. Aliás, até suas chances com uma pessoa fumante caem. Mas não é só com o mau-hálito que você deve se preocupar.
Há produtos para desodorizar ambientes que têm ação contra o cheiro do cigarro. Use no seu quarto, em sua casa. Há também produtos específicos para seu carro e até para suas roupas!
É! Não esqueça das suas roupas. Tem gente que, antes de uma longa viagem, fuma dentro de algum cubículo, como um banheiro, na tentativa de saciar seu desejo por nicotina e suportar um longo tempo sem fumar. Mas coitado de quem fica do lado dessa pessoa na viagem!
“Sua roupa tá fedendo”!
Tome cuidado com os odores que o cigarro deixa em você. Se possível, lave a mão depois de fumar. Procure ambientes mais abertos (regra 1). Procure novas formas de manter sua roupa cheirosa (ou pelo menos não-fedida).
Você nem sente, mas a pessoa do seu lado lhe odeia por causa do seu cheiro de cinzeiro...
Siga essas recomendações e você atingirá o objetivo de fumar sem ser odiado. Mas ainda estará sujeito a câncer de pulmão.
Fonte: ChristianGump.net
Sou anti tabagista confessa
29 de agosto Dia do Combate ao Fumo. Uma campanha ainda discreta. Afinal o grupo de não-fumantes ou seria de fumantes passivos há muito tempo se acostumou a deixar que a fumaça alheia envenene os seus pulmões sem nada dizer. Atitude compreensível já que qualquer manifestação de desagrado deste grupo em relação ao grupo fumador é severamente castigada com um olhar de desprezo que habitualmente se reserva para os grupos radicais e fanáticos. Sim, porque quem fuma acredita que a má educação não é fumar junto de quem optou por não fumar. Má educação é não querer que os outros exerçam o seu direito de fumar perto de você (parece incoerente mas é assim que as coisas são). =(
Sou antitabagista confessa. Não odeio quem fuma. Tenho parentes e amigos que fumam e obviamente o cigarro não mensura o caráter de ninguém e não diminui o respeito que estes merecem. Só não gosto que fumem perto de mim. Tenho meio que uma aversão sobrenatural ao fumo. E sempre que adoeço vou eliminando possíveis causas; e, depois paranoia: sempre acabo acreditando que ser fumante passiva está me matando.
As grande maioria dos tabagistas perderam o senso crítico e fumam perto de quem não fuma, especialmente em lugar fechado e não estão nem aí se incomoda ou não. Tipo eu os incomodados que se retirem. Em outras palavras, como se fosse pouco um fumante cometer suicídio a crediário, existe também a questão do fumante passivo, ou seja, aquele que escolheu não fumar pode morrer pelo mal do cigarro fumado por quem está do seu lado.
Neste contexto, surge a Lei Antifumo que proibi fumar em recintos fechados e de uso público. A lei é lamentável sim. Mas é lamentável porque um assunto tão sério teve que virar lei para o fumante ligar o desconfiômetro e concluir que alimentar o seu vício perto de alguém, lhe causa um mal igual ou maior que a si próprio. A lei se faz necessária muito embora ela não produza efeito nos lares onde filhos, maridos ou esposas estão expostos continuamente praticamente submetidos à uma morte lenta e compulsória. No local de trabalho então, é uma tortura.
Bom, e se os chiliques pela aplicação da lei ainda persistirem, vale lembrar que o fumante passivo é considerado hoje a 3ª maior causa de morte evitável no mundo segundo o INCA. Morte evitável se ninguém fumar por perto, claro.
27/08/2009
Agenda da Beth
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos,
que se comova, quando chamado de amigo.
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos,
de grandes chuvas e das recordações de infância.
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer,
para contar o que se viu de belo e triste durante o dia,
dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água
e de caminhos molhados, de beira de estrada,
de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver,
não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar.
Para não se viver debruçado no passado
em busca de memórias perdidas.
Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando,
mas que nos chame de amigo,
para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Vinícius de Moraes
que se comova, quando chamado de amigo.
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos,
de grandes chuvas e das recordações de infância.
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer,
para contar o que se viu de belo e triste durante o dia,
dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água
e de caminhos molhados, de beira de estrada,
de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver,
não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar.
Para não se viver debruçado no passado
em busca de memórias perdidas.
Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando,
mas que nos chame de amigo,
para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Vinícius de Moraes
06/08/2009
Ando devagar...

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso, porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir.
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha, e ir tocando em frente
como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,
de estrada eu sou
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz
Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz.
Almir Sater
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